A LDB estabelece as normas para a educação brasileira seja efetivada. Assim, segundo a referida lei, na organização do ensino, o Governo Federal, o Estadual e os Municípios têm incumbências especificas.
Sabemos que o acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo.
A União incumbir-se-á de: elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais do sistema federal de ensino e o dos Territórios; prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supletiva; estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica comum; coletar, analisar e disseminar informações sobre a educação; assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino; baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-graduação; assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educaçã o superior, com a cooperação dos sistemas que tiverem responsabilidade sobre este nível de ensino; autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior.
Os Estados incumbir-se-ão de: organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino; definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do Poder Público; elaborar e executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus Municípios; autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino; baixar normas complementares para o seu sistema de ensino; assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio.
Os Municípios incumbir-se-ão de: organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados; exercer ação redistributiva em relação às suas escolas; baixar normas complementares para o seu sistema de ensino; autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino; oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino.
Desta forma podemos apresentar como exemplo de atividades para trabalhar séries iniciais:
- Princípio ético: trabalharíamos um texto em quadrinho que envolvesse questões de dever moral;
- Princípios políticos – trabalharíamos a confecção de títulos de eleitor e uma votação para o representante da turma;
- Princípio estético – trabalharíamos com as diferenças culturais existentes na sala de aula. Tais como, delimitar a religião, as festas que freqüentam, se sabem de onde as bisavós vieram, pedindo que façam representação pictórica das famílias.
Nas metas do PDE, a meta da Educação Infantil principal é os itens que definem a infra-estrutura para a construção e funcionamento de instituições de educação infantil. Isso se faz necessário, porque não é admissível que escolas desestruturadas funcionem sem controle.
Já para o ensino fundamental é preciso que ocorra a promoção da participação da comunidade na gestão das escolas, universalizando, em dois anos, a instituição dos conselhos escolares ou órgãos equivalentes.
Por isso, essas são mudanças que devem ser efetuadas e consideradas no saber pedagógico e no desenvolvimento de suas atividades. O desenvolvimento da educação brasileira só será efetiva quando os responsáveis governamentais, atuem em conjunto com a comunidade. Agir em separado não leva alugar nenhum. As atividades devem ser desenvolvidas considerando o contexto de cada um, visando sanar as deficiências locais. Então o comprometimento deve ser de todos, e estar paralelo com os direitos.
André Gilberto Boelter Ribeiro
Textos, Artigos Públicados, Reportagens citadas, Fotos, entre outros assuntos.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
PRINCIPAIS TEORIAS/ABORDAGENS DA AQUISIÇAO DE LINGUAGEM
Comentário ao texto de Lélia Erbolato Melo
Nesse texto, propõe-se em demonstrar um histórico da psicolingüística nas suas principais teorias: behaviorismo, construtivismo, inatismo,
O behaviorismo está embasado em proposta empírica que afirma que a criança é uma tabula rasa e o conhecimento é impresso através do estímulo-resposta e da imitação. Está atrelada a visão a observação das ações, seu caráter é empirista e limitando-se ao que pode ser captado do mundo externo, pelos sentidos, ou do mundo subjetivo, pela introspecção.
Essa teoria zela pelo ato de reprodução de ações. O ambiente estimula e a criança oferece as respostas, seja pela compreensão ou pela própria produção lingüística. É um processo de gravar as respostas corretas e eliminar as incorretas.
O inatismo é o nome que se dá para a teoria de Chomsky, que consiste em dizer que a linguagem humana é inata, gerando a conclusão de que a linguagem é igual em todo o mundo, havendo diferenças superficiais. A aquisição só se dá se a criança está preparada para processar os dados desse tipo.
Com o construtivismo, Piaget afirma que a construção do conhecimento está no meio do racionalismo de Chomsky e do empirismo de Skinner. O conhecimento, para ele, é resultante de uma atividade estruturadora por parte do sujeito. O sujeito é um ser ativo que estabelece relação de troca com o meio-objeto.
O modelo funcional de Halliday compreende a língua como um processo de comunicação e não pode ser compreendida como um objeto independente, ele analisa a estrutura gramatical tendo como referência a situação comunicativa inteira: o propósito do ato de fala, seus participantes e seu contexto discursivo. Sua análise deve considerar o contexto em que está inserido o indivíduo.
O sistema lingüístico está intrinsecamente ligado ao sistema social, ao uso. Cada indivíduo faz parte de um grupo social e usa a língua em situações variadas para atingir diferentes objetivos. Assim, a intenção do falante deve ser considerada na análise do sistema.
Nesse texto, propõe-se em demonstrar um histórico da psicolingüística nas suas principais teorias: behaviorismo, construtivismo, inatismo,
O behaviorismo está embasado em proposta empírica que afirma que a criança é uma tabula rasa e o conhecimento é impresso através do estímulo-resposta e da imitação. Está atrelada a visão a observação das ações, seu caráter é empirista e limitando-se ao que pode ser captado do mundo externo, pelos sentidos, ou do mundo subjetivo, pela introspecção.
Essa teoria zela pelo ato de reprodução de ações. O ambiente estimula e a criança oferece as respostas, seja pela compreensão ou pela própria produção lingüística. É um processo de gravar as respostas corretas e eliminar as incorretas.
O inatismo é o nome que se dá para a teoria de Chomsky, que consiste em dizer que a linguagem humana é inata, gerando a conclusão de que a linguagem é igual em todo o mundo, havendo diferenças superficiais. A aquisição só se dá se a criança está preparada para processar os dados desse tipo.
Com o construtivismo, Piaget afirma que a construção do conhecimento está no meio do racionalismo de Chomsky e do empirismo de Skinner. O conhecimento, para ele, é resultante de uma atividade estruturadora por parte do sujeito. O sujeito é um ser ativo que estabelece relação de troca com o meio-objeto.
O modelo funcional de Halliday compreende a língua como um processo de comunicação e não pode ser compreendida como um objeto independente, ele analisa a estrutura gramatical tendo como referência a situação comunicativa inteira: o propósito do ato de fala, seus participantes e seu contexto discursivo. Sua análise deve considerar o contexto em que está inserido o indivíduo.
O sistema lingüístico está intrinsecamente ligado ao sistema social, ao uso. Cada indivíduo faz parte de um grupo social e usa a língua em situações variadas para atingir diferentes objetivos. Assim, a intenção do falante deve ser considerada na análise do sistema.
Fato Social, Ideologia e Ética
Muito se tem pensando e comentado sobre o problema da ética na vivencia em sociedade. No entanto, não se tem discutido e nem proposto quais as vertentes que influenciam a própria existência da ética. Apenas verificar se entre eles há alguma semelhança de suas características.
Lançando um olhar sociológico, o fato social, segundo a análise de Durkhein, é um acontecimento externo ao indivíduo, que o influencia diretamente, agindo de modo a aderirem aos seus valores pela coerção, que em certos casos é imperceptível, e ainda, é geral na extensão de uma sociedade dada, apresentando uma existência própria, independente das manifestações individuais que possa ter.
Podemos identificar a ideologia como sendo um elemento capaz de interferir como uma força acareadora com outras forças, em determinada concepção social em certa conjuntura social e histórica. Cada formação ideológica fundamenta um conjunto complexo de atitudes e de representações que não são nem “individuais” nem “universais”, mas se relacionam quase que diretamente à posições de classe em conflito umas em relações a outras. Ela é portanto, possuidora das características do fato social. Tal como ele, ela é coerciva, aplicável ao grande grupo, tendenciosamente argumentativa (mascarando-se no bem comum), passível de uma sanção, apresentando uma existência própria e existente independentemente de manifestação individual.
Por fim, a ética está vinculada a conduta humana, onde seus argumentos estão pautados numa atitude de profundo e permanente respeito ao ser humano e o compromisso de contribuir para o seu aperfeiçoamento e valorização. Embora essa seja uma ideia difundida entre muitos segmentos, é possível verificar as mesmas características da ideologia e consequentemente do fato social na construção da ética.
Essa interrelação entre o fato social, a ideologia e a ética não significam que a ética tenha um caráter negativo, ou então, que se pretenda defender a ideologia em seu sentido coercivo. O que se pretende é demonstrar que existem neles muitas semelhanças e é o homem quem vai decidir a utilidade de seu uso.
Lançando um olhar sociológico, o fato social, segundo a análise de Durkhein, é um acontecimento externo ao indivíduo, que o influencia diretamente, agindo de modo a aderirem aos seus valores pela coerção, que em certos casos é imperceptível, e ainda, é geral na extensão de uma sociedade dada, apresentando uma existência própria, independente das manifestações individuais que possa ter.
Podemos identificar a ideologia como sendo um elemento capaz de interferir como uma força acareadora com outras forças, em determinada concepção social em certa conjuntura social e histórica. Cada formação ideológica fundamenta um conjunto complexo de atitudes e de representações que não são nem “individuais” nem “universais”, mas se relacionam quase que diretamente à posições de classe em conflito umas em relações a outras. Ela é portanto, possuidora das características do fato social. Tal como ele, ela é coerciva, aplicável ao grande grupo, tendenciosamente argumentativa (mascarando-se no bem comum), passível de uma sanção, apresentando uma existência própria e existente independentemente de manifestação individual.
Por fim, a ética está vinculada a conduta humana, onde seus argumentos estão pautados numa atitude de profundo e permanente respeito ao ser humano e o compromisso de contribuir para o seu aperfeiçoamento e valorização. Embora essa seja uma ideia difundida entre muitos segmentos, é possível verificar as mesmas características da ideologia e consequentemente do fato social na construção da ética.
Essa interrelação entre o fato social, a ideologia e a ética não significam que a ética tenha um caráter negativo, ou então, que se pretenda defender a ideologia em seu sentido coercivo. O que se pretende é demonstrar que existem neles muitas semelhanças e é o homem quem vai decidir a utilidade de seu uso.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
A PESQUISA EM AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM: TEORIA E PRÁTICA
Comentário ao texto de Alessandra Del Ré
No século XX que os estudos da linguagem infantil e da lingüística andam misturados. É com Sausurre e Bloonfiel que há uma analise cientifica sobre a lingüística de forma teorizada. Com Chomsky (anos 50) inauguram-se novos olhares para a lingüística, principalmente com a formação da Gramática Gerativa Transformista. Então, novas “ciências ” tratam de estudos lingüísticos, e a psicolingüística é uma.
A psicologia influencia os estudos lingüísticos de tal forma que formulam-se teorias sobre a experimentação humana, através dos atos ligados a aprendizagem, principalmente nos processos de aquisição da linguagem.
A aquisição da linguagem pode ser explicada por diversas teorias, dentre elas o empirismo, o racionalismo e o interacionismo social.
No empirismo, o behaviorismo e o conexionismo pregam que as experiências humanas são fatos que fundamentam o processo de aquisição. Os processos ocorrem de forma interna e não relacionam-se com o social. Skinner diz que a linguagem pode ter um reforço positivo, um reforço negativo, ou nenhum tipo de reforço.
Pelo racionalismo prega-se que o indivíduo nasce com aptidões inatas e que o pensamento é que realiza o processo de aquisição da linguagem, herdada geneticamente. O cognitivismo liga a linguagem a cognição, a aquisição e o desenvolvimento da linguagem são processos derivados do desenvolvimento do raciocínio.
No interacionaismo social a aprendizagem ocorre com o contato da criança com o meio, então, ela se desenvolverá segundo o que o meio lha proporciona. Através de ações mediadoras, segundo trocas comunicativas entre os seres do grupo social.
No processo de comunicação, a criança e o interlocutor se tornam sujeitos do diálogo, a segmentação da ação e dos objetos do mundo físico, e a criança também opera sobre a sua construção lingüística.
A questão de língua, linguagem e discurso parece ser uma questão especial no tratamento da aquisição da linguagem. A linguagem é a capacidade humana de se comunicar por meio de um sistema de sinais vocais (língua)que exerce uma função simbólica. E o discurso é a utilização da linguagem através da língua assumida pelo falante, constituída de seqüências lógicas. O discurso pode vir “recheado” de intenções e ideologias.
O que se pode dizer do processo de aquisição de linguagem infantil é que está inserido num complexo mundo de possibilidades. As correntes como o próprio texto diz não constitui em nível de qualidade, mas de contextos e teóricos, sendo o “ponto de vista que determina o objeto”.
A psicologia influencia os estudos lingüísticos de tal forma que formulam-se teorias sobre a experimentação humana, através dos atos ligados a aprendizagem, principalmente nos processos de aquisição da linguagem.
A aquisição da linguagem pode ser explicada por diversas teorias, dentre elas o empirismo, o racionalismo e o interacionismo social.
No empirismo, o behaviorismo e o conexionismo pregam que as experiências humanas são fatos que fundamentam o processo de aquisição. Os processos ocorrem de forma interna e não relacionam-se com o social. Skinner diz que a linguagem pode ter um reforço positivo, um reforço negativo, ou nenhum tipo de reforço.
Pelo racionalismo prega-se que o indivíduo nasce com aptidões inatas e que o pensamento é que realiza o processo de aquisição da linguagem, herdada geneticamente. O cognitivismo liga a linguagem a cognição, a aquisição e o desenvolvimento da linguagem são processos derivados do desenvolvimento do raciocínio.
No interacionaismo social a aprendizagem ocorre com o contato da criança com o meio, então, ela se desenvolverá segundo o que o meio lha proporciona. Através de ações mediadoras, segundo trocas comunicativas entre os seres do grupo social.
No processo de comunicação, a criança e o interlocutor se tornam sujeitos do diálogo, a segmentação da ação e dos objetos do mundo físico, e a criança também opera sobre a sua construção lingüística.
A questão de língua, linguagem e discurso parece ser uma questão especial no tratamento da aquisição da linguagem. A linguagem é a capacidade humana de se comunicar por meio de um sistema de sinais vocais (língua)que exerce uma função simbólica. E o discurso é a utilização da linguagem através da língua assumida pelo falante, constituída de seqüências lógicas. O discurso pode vir “recheado” de intenções e ideologias.
O que se pode dizer do processo de aquisição de linguagem infantil é que está inserido num complexo mundo de possibilidades. As correntes como o próprio texto diz não constitui em nível de qualidade, mas de contextos e teóricos, sendo o “ponto de vista que determina o objeto”.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Escolas Rurais: ensino contextualizado
Os municípios de nossa região são eminentemente rurais e por isso, em tese, precisariam de uma educação contextualizada, voltada às práticas agroecológicas e que capacite aos seus habitantes para trabalharem em suas propriedades de forma sustentável, desde os primeiros anos de ensino institucional. No entanto, o que há, é uma tentativa fragmentada de intertextualização de conteúdos e não uma formação voltada para a realidade social. E nesse sentido, surge, fortemente, a educação do campo.
A educação do campo permite que seus agentes participem ativa e democraticamente na constituição da sociedade em que vivem, apropriando-se do conhecimento e utilizando-o na propriedade da família paralelamente ao seu estudo. Isso permite-as uma nova visão da educação contextualizada. Produzindo de forma técnica, aumentando a qualidade de vida dos envolvidos com o desenvolvimento das práticas de educação.
Para que haja sucesso na educação do campo é necessário que a escola não esteja sozinha nesse caminho. Ele precisa da companhia de outros agentes, tais como a Secretaria Municipal de Agricultura, os STRs, as instituições privadas e públicas, bem como as associações.
A escola que desenvolve educação do campo, quando agregada suas em parceria com os demais atores da vida rural, consegue atingir seus objetivos de formar cidadãos ativos em sua localidade e não em formar mão de obra para fábricas e centros urbanos.
Diante disso, é que surgem novas propostas de transformação dessa realidade, que é a discussão sistemática através de fóruns regionais, estabelecendo metas e ações que viabilizem a educação do campo para o desenvolvimento sustentável.
A educação do campo permite que seus agentes participem ativa e democraticamente na constituição da sociedade em que vivem, apropriando-se do conhecimento e utilizando-o na propriedade da família paralelamente ao seu estudo. Isso permite-as uma nova visão da educação contextualizada. Produzindo de forma técnica, aumentando a qualidade de vida dos envolvidos com o desenvolvimento das práticas de educação.
Para que haja sucesso na educação do campo é necessário que a escola não esteja sozinha nesse caminho. Ele precisa da companhia de outros agentes, tais como a Secretaria Municipal de Agricultura, os STRs, as instituições privadas e públicas, bem como as associações.
A escola que desenvolve educação do campo, quando agregada suas em parceria com os demais atores da vida rural, consegue atingir seus objetivos de formar cidadãos ativos em sua localidade e não em formar mão de obra para fábricas e centros urbanos.
Diante disso, é que surgem novas propostas de transformação dessa realidade, que é a discussão sistemática através de fóruns regionais, estabelecendo metas e ações que viabilizem a educação do campo para o desenvolvimento sustentável.
Artigo Publicado no Jornal O Especial em 14 de agosto de 2009, p. 14.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Escolas Rurais: ensino contextualizado
Os municípios de nossa região são eminentemente rurais e por isso, em tese, precisariam de uma educação contextualizada, voltada às práticas agroecológicas e que capacite aos seus habitantes para trabalharem em suas propriedades de forma sustentável, desde os primeiros anos de ensino institucional. No entanto, o que há, é uma tentativa fragmentada de intertextualização de conteúdos e não uma formação voltada para a realidade social. E nesse sentido, surge, fortemente, a educação do campo.
A educação do campo permite que seus agentes participem ativa e democraticamente na constituição da sociedade em que vivem, apropriando-se do conhecimento e utilizando-o na propriedade da família paralelamente ao seu estudo. Isso permite-as uma nova visão da educação contextualizada. Produzindo de forma técnica, aumentando a qualidade de vida dos envolvidos com o desenvolvimento das práticas de educação.
Para que haja sucesso na educação do campo é necessário que a escola não esteja sozinha nesse caminho. Ele precisa da companhia de outros agentes, tais como a Secretaria Municipal de Agricultura, os STRs, as instituições privadas e públicas, bem como as associações.
A escola que desenvolve educação do campo, quando agregada suas em parceria com os demais atores da vida rural, consegue atingir seus objetivos de formar cidadãos ativos em sua localidade e não em formar mão de obra para fábricas e centros urbanos.
Diante disso, é que surgem novas propostas de transformação dessa realidade, que é a discussão sistemática através de fóruns regionais, estabelecendo metas e ações que viabilizem a educação do campo para o desenvolvimento sustentável.
A educação do campo permite que seus agentes participem ativa e democraticamente na constituição da sociedade em que vivem, apropriando-se do conhecimento e utilizando-o na propriedade da família paralelamente ao seu estudo. Isso permite-as uma nova visão da educação contextualizada. Produzindo de forma técnica, aumentando a qualidade de vida dos envolvidos com o desenvolvimento das práticas de educação.
Para que haja sucesso na educação do campo é necessário que a escola não esteja sozinha nesse caminho. Ele precisa da companhia de outros agentes, tais como a Secretaria Municipal de Agricultura, os STRs, as instituições privadas e públicas, bem como as associações.
A escola que desenvolve educação do campo, quando agregada suas em parceria com os demais atores da vida rural, consegue atingir seus objetivos de formar cidadãos ativos em sua localidade e não em formar mão de obra para fábricas e centros urbanos.
Diante disso, é que surgem novas propostas de transformação dessa realidade, que é a discussão sistemática através de fóruns regionais, estabelecendo metas e ações que viabilizem a educação do campo para o desenvolvimento sustentável.
sábado, 1 de agosto de 2009
PROJETO JOVEM CIDADÃO
1. INTRODUÇÃO
O Projeto Jovem Cidadão é um programa que pretende dar suporte a formação de Jovens Tutores que colaborarão na promoção da cidadania, e qualificação do indivíduo para o exercício da cidadania e de organização comunitária.
Este projeto é visa melhorar a qualidade de vida dos indivíduos em idade escolar através de uma formação extra de um grupo de indivíduos, os quais posteriormente atuarão na dissimulação com seus colegas.
Este projeto será trabalhado de forma intersetorial e por isso, necessitará do apoio de outras secretarias e entidades municipais. Onde através de oficinas, palestras e estudos, alguns jovens irão receber informações, com as quais irão articular juntamente com um responsável, ações voltadas ao desenvolvimento da cidadania e principalmente a tomada de consciência de que ela existe e deve ser apropriada por todos.
O período estabelecido para este projeto será de 8 meses, onde haverão atividades de formação/teóricas e atividades práticas de cidadania. No momento formativo os educandos receberão informações sobre cidadania, direito e práticas sociais. Já no momento de práticas de cidadania, os formadores passarão tais conhecimentos adquiridos para os demais educandos.
2. OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL:
- Instrumentalizam jovens promotores da cidadania para atuarem nas escolas como tutores de ações de cidadania tais como oficinas, cursos, etc.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Oportunizar o estudo e debate sobre cidadania a determinado grupo de jovens;
- Articular ações visando a educação cidadã;
- Promover o desenvolvimento da consciência cidadã;
- Debater pontos sobre educação e cidadania.
3. JUSTIFICATICA
A educação para a cidadania pretende fazer de cada pessoa um agente de transformação. A educação escolar além de ensinar o conhecimento científico, deve assumir a incumbência de preparar as pessoas para a cidadania. Cidadania diz respeito ao cidadão, ou seja, habitante da cidade, o mesmo que polis, na Grécia antiga.
A cidadania, definida pelos princípios da democracia, se constitui na criação de espaços sociais de luta (movimentos sociais) e na definição de instituições permanentes para a expressão política (partidos, órgãos públicos), significando necessariamente conquista e consolidação social e política.
Porém, é importante a concepção da cidadania como um processo político, social e histórico, que se constrói a partir de ambas as dimensões, individual e coletiva.
A formação cidadã deveria ser uma das preocupações primordiais da escola. Gadotti (2001) define cidadania como a consciência de direitos e deveres da democracia e defende uma escola cidadã como a realização de uma escola pública e popular, cada vez mais comprometida com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Para isso, a escola deve propiciar um ensino de qualidade, buscando a formação de cidadãos livres, conscientes, democráticos e participativos.
A educação para a cidadania deve visar à promoção do desenvolvimento comunitário, criando condições para a autonomia social da comunidade; o aprimoramento e intensificação do diálogo de lideranças comunitárias e sociais com o poder público; a criação de condições favoráveis à formulação de ações afirmativas, por parte da sociedade civil, que possam se refletir em sua participação efetiva na superação de situações que determinam a exclusão social e na busca de alternativas de desenvolvimento sustentável da melhoria de qualidade de vida.
Participação é um dos cinco princípios da democracia. Segundo o sociólogo Herbert de Souza (2005) sem ela, não é possível transformar em realidade, em parte da história humana, nenhum dos outros princípios: igualdade, liberdade, diversidade e solidariedade. Nesse sentido, a participação não pode ser uma possibilidade aberta apenas a alguns privilegiados. Ela deve ser uma oportunidade efetiva, acessível a todas as pessoas. Além disto, é preciso que ela assuma formas diversas participação na vida da família, da rua, do bairro, da cidade, na escola e no próprio país. Participação é, ainda, um direito estendido a todos sem critérios de gênero, idade, cor, credo ou condição social.
A escola é uma agência de socialização, intermediando o processo entre a família e a sociedade. É uma etapa de transição para entrar na sociedade. Portanto, não será grande novidade dizer que a escola tem um papel de extraordinária importância no desenvolvimento da cidadania. Cobre um intervalo de idade decisivo no desenvolvimento de um ser humano. As escolas são espaços sociais próprios de referência e sociabilidade para juventude na cidade.
Assim, é preciso ter em mente que se ensina pelo exemplo, não pelo sermão; aprende-se participando, sendo ator mais do que espectador; deve-se ter contato com o real para a cidadania estar em pleno desenvolvimento; conferências e narrativas sobre situações individuais vividas; e trabalho comunitário.
Este projeto nasce da idéia de que ninguém se educa sozinho, de que as pessoas se educam entre si, mediatizadas pelo mundo. Não busca ensinar coisas e transmitir conteúdos, e sim que o sujeito aprenda a aprender. Fazer esta opção educativa pressupõe estabelecer uma comunicação certamente mais dialógica e mais democrática.
Somente há esse diálogo quando se estabelece relações horizontalizadas e se cria condições para que os envolvidos exercitem a autonomia, a participação ativa e a autogestão coletiva.
Portanto, mudanças positivas na dimensão educativa dependem muito da qualidade dos processos comunicativos no interior da instituição escolar e dela com a sua vizinhança. A nossa proposta não se resume a um processo formativo com alunos, mas de formá-los para que os mesmos semeiem tais idéias.
Não objetivamos transformar o nosso cotidiano em uma maravilha dentro de pouco tempo, sabemos que isso depende de uma longa caminhada. Mas isso não nos proíbe de sonharmos em sermos semeadores de cidadania.
4. METODOLOGIA
1. Elaboração do projeto, estabelecendo linhas básicas;
2. Contatos com os profissionais formadores;
3. Seleção de Jovens em idade escolar para a formação;
4. Reuniões periódicas com os jovens formadores;
5. Execução de ações em prol da cidadania através de duas oficinas mensais nas escolas do município em horário especial. Pois cada aula de preparação gera uma oficina.
6. Os horários para realização das oficinas serão os intervalos, ocupando no máximo 15 minutos dos períodos antecedentes e seguintes.
5. CRONOGRAMA
EVENTO
HORAS
Oficinas formadora /Cidadania
16 hs
Atividades abertas
20 hs
Oficinas abertas
20hs
Ações práticas
10 hs
Atividades interdisciplinares
60 hs
Ativ. Encer. com Palestra Promotor/ Defensor Público
4 hs
TOTAL DE HORAS
110 hs
As atividades acontecerão de Julho a Dezembro, com exceção da atividade de encerramento com Palestra final que acontecerá no mês de Dezembro.
6 TEMÁTICAS E REALIZADORES DAS CAPACITAÇÕES
- Conceito de Cidadania (Abordagens com equipe da SMECD)
- Cidadania e Sociedade (Vereador, Brigada Militar)
- Cidadania e Meio Ambiente (Agrônomo e Gestor Ambiental)
- Cidadania e Responsabilidade Social e Fiscal (Assistente Social e Agente Fiscal)
- Cidadania e Saúde (Equipe de saúde – médico, enfermeiras, dentista, fisioterapeutas, etc)
- Cidadania e Acesso ao Direito (advogado, outros)
- Cidadania e Atividades Rurais (Presidente do STR, voluntário)
7. VALOR DO PROJETO *
Objeto
Camisetas
Material de divulgação – Folder, cartazes, etc
Material didático
Palestras Profissionais
Lanches
Lanche produzido pela própria escola onde será realizada a oficina
Pastas e canetas
Transportes
Educ. em sala de aula
Prof. Escolas, SMECD
* Esta estimativa não tem cunho orçamentário, mas delimitador de valores para fins científicos.
¹ O valor das palestras foram avaliados de forma geral, podendo elas estarem além ou aquém do estabelecido. Cabe ressaltar que os palestrantes desempenharam um papel voluntário, não sendo possível exigir qualquer remuneração da entidade executora. (ver termo de voluntários).
8. RECURSOS HUMANOS UTILIZADOS
Advogado
Agentes de Fiscalização
Agrônomo e ambientalistas
Alunos
Apoiador pedagógico
Assistente Social
Brigada Milita
Conselheiros Tutelares
Equipe de saúde
Professores
Secretário Municipal de Educação
9. REFERÊNCIAS
CHAUÍ, M. Cultura e democracia. São Paulo: Cortez, 1989.
DAYRELL, Juarez (org). Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1996.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra,1987.
FREINET, Celestin. Pedagogia do Bom Senso. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
PUIG, Josep. Democracia e Participação escolar. São Paulo: Moderna, 2000.
CORREA, Darcisio. A Construção da Cidadania. Ed. Unijuí, 2001.
O Projeto Jovem Cidadão é um programa que pretende dar suporte a formação de Jovens Tutores que colaborarão na promoção da cidadania, e qualificação do indivíduo para o exercício da cidadania e de organização comunitária.
Este projeto é visa melhorar a qualidade de vida dos indivíduos em idade escolar através de uma formação extra de um grupo de indivíduos, os quais posteriormente atuarão na dissimulação com seus colegas.
Este projeto será trabalhado de forma intersetorial e por isso, necessitará do apoio de outras secretarias e entidades municipais. Onde através de oficinas, palestras e estudos, alguns jovens irão receber informações, com as quais irão articular juntamente com um responsável, ações voltadas ao desenvolvimento da cidadania e principalmente a tomada de consciência de que ela existe e deve ser apropriada por todos.
O período estabelecido para este projeto será de 8 meses, onde haverão atividades de formação/teóricas e atividades práticas de cidadania. No momento formativo os educandos receberão informações sobre cidadania, direito e práticas sociais. Já no momento de práticas de cidadania, os formadores passarão tais conhecimentos adquiridos para os demais educandos.
2. OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL:
- Instrumentalizam jovens promotores da cidadania para atuarem nas escolas como tutores de ações de cidadania tais como oficinas, cursos, etc.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Oportunizar o estudo e debate sobre cidadania a determinado grupo de jovens;
- Articular ações visando a educação cidadã;
- Promover o desenvolvimento da consciência cidadã;
- Debater pontos sobre educação e cidadania.
3. JUSTIFICATICA
A educação para a cidadania pretende fazer de cada pessoa um agente de transformação. A educação escolar além de ensinar o conhecimento científico, deve assumir a incumbência de preparar as pessoas para a cidadania. Cidadania diz respeito ao cidadão, ou seja, habitante da cidade, o mesmo que polis, na Grécia antiga.
A cidadania, definida pelos princípios da democracia, se constitui na criação de espaços sociais de luta (movimentos sociais) e na definição de instituições permanentes para a expressão política (partidos, órgãos públicos), significando necessariamente conquista e consolidação social e política.
Porém, é importante a concepção da cidadania como um processo político, social e histórico, que se constrói a partir de ambas as dimensões, individual e coletiva.
A formação cidadã deveria ser uma das preocupações primordiais da escola. Gadotti (2001) define cidadania como a consciência de direitos e deveres da democracia e defende uma escola cidadã como a realização de uma escola pública e popular, cada vez mais comprometida com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Para isso, a escola deve propiciar um ensino de qualidade, buscando a formação de cidadãos livres, conscientes, democráticos e participativos.
A educação para a cidadania deve visar à promoção do desenvolvimento comunitário, criando condições para a autonomia social da comunidade; o aprimoramento e intensificação do diálogo de lideranças comunitárias e sociais com o poder público; a criação de condições favoráveis à formulação de ações afirmativas, por parte da sociedade civil, que possam se refletir em sua participação efetiva na superação de situações que determinam a exclusão social e na busca de alternativas de desenvolvimento sustentável da melhoria de qualidade de vida.
Participação é um dos cinco princípios da democracia. Segundo o sociólogo Herbert de Souza (2005) sem ela, não é possível transformar em realidade, em parte da história humana, nenhum dos outros princípios: igualdade, liberdade, diversidade e solidariedade. Nesse sentido, a participação não pode ser uma possibilidade aberta apenas a alguns privilegiados. Ela deve ser uma oportunidade efetiva, acessível a todas as pessoas. Além disto, é preciso que ela assuma formas diversas participação na vida da família, da rua, do bairro, da cidade, na escola e no próprio país. Participação é, ainda, um direito estendido a todos sem critérios de gênero, idade, cor, credo ou condição social.
A escola é uma agência de socialização, intermediando o processo entre a família e a sociedade. É uma etapa de transição para entrar na sociedade. Portanto, não será grande novidade dizer que a escola tem um papel de extraordinária importância no desenvolvimento da cidadania. Cobre um intervalo de idade decisivo no desenvolvimento de um ser humano. As escolas são espaços sociais próprios de referência e sociabilidade para juventude na cidade.
Assim, é preciso ter em mente que se ensina pelo exemplo, não pelo sermão; aprende-se participando, sendo ator mais do que espectador; deve-se ter contato com o real para a cidadania estar em pleno desenvolvimento; conferências e narrativas sobre situações individuais vividas; e trabalho comunitário.
Este projeto nasce da idéia de que ninguém se educa sozinho, de que as pessoas se educam entre si, mediatizadas pelo mundo. Não busca ensinar coisas e transmitir conteúdos, e sim que o sujeito aprenda a aprender. Fazer esta opção educativa pressupõe estabelecer uma comunicação certamente mais dialógica e mais democrática.
Somente há esse diálogo quando se estabelece relações horizontalizadas e se cria condições para que os envolvidos exercitem a autonomia, a participação ativa e a autogestão coletiva.
Portanto, mudanças positivas na dimensão educativa dependem muito da qualidade dos processos comunicativos no interior da instituição escolar e dela com a sua vizinhança. A nossa proposta não se resume a um processo formativo com alunos, mas de formá-los para que os mesmos semeiem tais idéias.
Não objetivamos transformar o nosso cotidiano em uma maravilha dentro de pouco tempo, sabemos que isso depende de uma longa caminhada. Mas isso não nos proíbe de sonharmos em sermos semeadores de cidadania.
4. METODOLOGIA
1. Elaboração do projeto, estabelecendo linhas básicas;
2. Contatos com os profissionais formadores;
3. Seleção de Jovens em idade escolar para a formação;
4. Reuniões periódicas com os jovens formadores;
5. Execução de ações em prol da cidadania através de duas oficinas mensais nas escolas do município em horário especial. Pois cada aula de preparação gera uma oficina.
6. Os horários para realização das oficinas serão os intervalos, ocupando no máximo 15 minutos dos períodos antecedentes e seguintes.
5. CRONOGRAMA
EVENTO
HORAS
Oficinas formadora /Cidadania
16 hs
Atividades abertas
20 hs
Oficinas abertas
20hs
Ações práticas
10 hs
Atividades interdisciplinares
60 hs
Ativ. Encer. com Palestra Promotor/ Defensor Público
4 hs
TOTAL DE HORAS
110 hs
As atividades acontecerão de Julho a Dezembro, com exceção da atividade de encerramento com Palestra final que acontecerá no mês de Dezembro.
6 TEMÁTICAS E REALIZADORES DAS CAPACITAÇÕES
- Conceito de Cidadania (Abordagens com equipe da SMECD)
- Cidadania e Sociedade (Vereador, Brigada Militar)
- Cidadania e Meio Ambiente (Agrônomo e Gestor Ambiental)
- Cidadania e Responsabilidade Social e Fiscal (Assistente Social e Agente Fiscal)
- Cidadania e Saúde (Equipe de saúde – médico, enfermeiras, dentista, fisioterapeutas, etc)
- Cidadania e Acesso ao Direito (advogado, outros)
- Cidadania e Atividades Rurais (Presidente do STR, voluntário)
7. VALOR DO PROJETO *
Objeto
Camisetas
Material de divulgação – Folder, cartazes, etc
Material didático
Palestras Profissionais
Lanches
Lanche produzido pela própria escola onde será realizada a oficina
Pastas e canetas
Transportes
Educ. em sala de aula
Prof. Escolas, SMECD
* Esta estimativa não tem cunho orçamentário, mas delimitador de valores para fins científicos.
¹ O valor das palestras foram avaliados de forma geral, podendo elas estarem além ou aquém do estabelecido. Cabe ressaltar que os palestrantes desempenharam um papel voluntário, não sendo possível exigir qualquer remuneração da entidade executora. (ver termo de voluntários).
8. RECURSOS HUMANOS UTILIZADOS
Advogado
Agentes de Fiscalização
Agrônomo e ambientalistas
Alunos
Apoiador pedagógico
Assistente Social
Brigada Milita
Conselheiros Tutelares
Equipe de saúde
Professores
Secretário Municipal de Educação
9. REFERÊNCIAS
CHAUÍ, M. Cultura e democracia. São Paulo: Cortez, 1989.
DAYRELL, Juarez (org). Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1996.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra,1987.
FREINET, Celestin. Pedagogia do Bom Senso. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
PUIG, Josep. Democracia e Participação escolar. São Paulo: Moderna, 2000.
CORREA, Darcisio. A Construção da Cidadania. Ed. Unijuí, 2001.
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