André Gilberto Boelter Ribeiro


Textos, Artigos Públicados, Reportagens citadas, Fotos, entre outros assuntos.

sábado, 5 de abril de 2008

O EXERCÍCIO DA LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES DO SÉCULO XXI



1 INTRODUÇÃO

Não é possível conceber a idéia de uma empresa contemporânea sem passar pela análise do termo liderança. Sempre que haver um grupo de pessoas reunido em torno de um objetivo comum é necessário que alguém tome frente as decisões e atitudes para que o grupo evolua. Da liderança emanam princípios fundamentais de união entre as pessoas, solidariedade, amizade e parceria. No entanto, encontram os líderes ao tomarem suas decisões que muitos dos seus liderados não gostam e não querem seguir suas idéias.

Costumes e comodidade impedem muitas vezes a mudança. Sejam porque liderança compreende a noção de poder e de status, bem como modificam as relações nas organizações. O líder sempre encontrará certa mudança na sua trajetória, todavia, está será em maior ou menor intensidade. Tendo em vista sua posição na organização.

Não existe uma norma concreta que trate da liderança, apenas instruções morais e éticas que determinam um limite a exercê-la, bem como sugestões da área administrativa para que os líderes sigam. O líder precisa ter conhecimento de diversas áreas do conhecimento para trabalhar. Nesse estudo abordar-se-á a liderança sob o aspecto da mudança e a resistência a essa. Considerando alguns aspectos que devem ser relevados na condução do grupo a conquista de seus objetivos.


2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA LIDERANÇA

A liderança é uma tarefa difícil que envolve mais de um pólo do relacionamento. Um líder deve estar consciente de que precisa saber sobre esse assunto. Um líder pode ser um empresário, diretor, gerente, ou qualquer outra pessoa que influencie um determinado grupo a realizar ações que visam alcançar um objetivo.

Um líder deve conhecer seus liderados seus pontos fracos e fortes, conquistando a todos, com um controle emocional demonstrando equilíbrio, sempre se auto-analisando (e melhorando nos pontos que reconhece ser fraco), e por fim, precisa compreender que sozinho não chegará a nenhum lugar, então além de ouvir seus colaboradores e entender o que se passa no dia-a-dia de cada um. (QUEIRÓZ, 2008, p. 02).

Quando novos líderes são instituídos ou surgem a mudança em alguns pontos é inevitável. A mudança se constitui em uma meta para alcançar os seus objetivos quando não se constitui nos próprios objetivos. Para que se consiga a mudança é preciso conquistar respeito e apoio dos demais membros do grupo.

Os novos padrões de liderança exigem que os comandantes consigam o apoio e respeito dos seus liderados para atingir seus objetivos. Agora é tempo de perguntar: o que um líder deve fazer para conseguir o apoio da sua equipe? A resposta é aprender a edificar as pessoas que trabalham e interagem com você, para que o respeito e o apoio sejam manifestados. (MILERIS, 2008).

Assim, um líder deve estar preparado que enfrentará resistência na execução de sua liderança. Buscando convencer dos objetivos e da necessidade de todos caminharem juntos em busca de uma meta comum.


3 RESISTÊNCIA À MUDANÇA

A mudança tornou-se uma ponte central para a liderança. A resistência a mudança como uma das principais barreiras a mudanças bem-sucedidas. Os teóricos lançam então certas “receitas” de como conduzir essas transformações de forma mais efetiva, porém não são usadas. Sob o nome de estratégias ensinam como superar comportamentos resistentes adotados por empregados descontentes que podem impedir ou ameaçar o esforço de transformação.

Os líderes devem fazer uma avaliação antes de tomar as atitudes modificadoras, tendo uma abordagem individual e não somente sobre o coletivo. Pois muitas vezes o que está em desacordo é alguns individuais e não o todo, ou seja, a liderança não consegue uniformizar as metas de seus liderados, em que as organizações possuem um conjunto de forças opostas.

A resistência a mudança e consequentemente a liderança que tende a introduzir mudanças deve considerar em suas ações o indivíduo e o coletivo, devendo ser enfatizado as diferenças entre eles. Onde o padrão de comportamento do indivíduo é diferente do padrão do comportamento do grupo ao qual ele pertence, sendo que essa diferença seria permitida ou encorajada em culturas diferentes.

Podem ser instrumentos utilizados contra a resistência a mudanças, na visão de Hernandez (2001, p. 42), a educação e comunicação, participação e envolvimento, facilitação e suporte, negociação e acordo, manipulação e cooperação e coerção explicita e/ou implícita.

Ao abordar a resistência à mudança devem ser considerados seus vários ângulos. Assim, Hernandez (2001) leciona que a resistência faz parte da natureza, mas que hoje está se questionando trazendo-a a tona. Assim, ao procurar evitar ou prevenir a resistência, os agentes da mudança acabaram contribuindo para a sua ocorrência ou agravamento. E revela-se que a resistência é um comportamento definidos pelos detentores de poder quando são desafiados em seus privilégios lançam-se em oposições.

A resistência é vista como uma experiência nociva à organização uma vez que as mudanças trariam melhoria porá o desempenho das atividades. Tem-se em oposição que a resistência é um fenômeno saudável e positivo, visto que, às vezes nem sempre quem quer mudar tem a razão. Assim, em certos casos quem resiste tem um ângulo melhor da situação. A resistência é utilizada como uma desculpa para justificar processos de mudanças mal desenhados ou mal-sucedidos. Isto é, quando um projeto não dá certo, culpa-se a resistência por ter atrapalhado o seu desenvolvimento normal. É possível afirmar que os seres humanos são naturalmente resistentes à mudança, pela insegurança que a mudança traz.

Mirielis (2008) aponta como solução:

A cultura de uma empresa é percebida através da maneira de proceder de seus líderes, pois eles conseguem o comportamento que mostram e toleram. Você transforma a cultura de uma organização mudando o comportamento de seus líderes. E mede a mudança avaliando-a no comportamento pessoal deles no desempenho de seu negócio.

A resistência à mudança como um fenômeno massificado, isto é, a resistência é homogênia, onde as pessoas em organização são representadas como um corpo homogêneo que demonstra ou que supera a resistência como um agregado. A resistência não é uniforme e varia de indivíduo para indivíduo. E o fenômeno deve ser entendido como uma ocorrência social. Se a resistência ainda é vista como grande barreira à mudança, isso ocorre porque o modelo predominante é inadequado para captar a sua complexidade e, consequentemente, incapaz de ajudar o desenvolvimento de estratégias voltadas à prevenção da resistência.


3 CONCLUSÃO

Diante do contexto apresentado de liderança é possível afirmar que a liderança é uma tarefa que exige muito dos que se dispõe a liderar. O líder deve ter características especiais para que conduza o processo administrativo de forma satisfatória. O conhecimento dos seus liderados não se resume somente nas necessidades comparadas ao grupo, bem pelo contrário, o líder deve considerar seus liderados individualmente tendo em vista que a resistência pode ocorrer de forma coletiva como individual.

A resistência à mudança é um fenômeno normal que ocorre em toda e qualquer expressão de liderança, sejam organizações comerciais, não-governamentais ou mesmo nas religiosas. Isso pode ser explicado por diversas formas, entre elas, porque a liderança quando aplicada a mudar tende a ser compreendida como mudança nas relações de poder (o que não deixa de ser em parte verdade). Mas que não tem como principal objetivo senão a melhora nos resultados do grupo.

Um líder deve considerar alguns pressupostos ao exercer sua liderança. Esses pressupostos podem ser tanto positivos como negativos, e ajudam-no a conhecer melhor seu campo de trabalho. Todos eles são mais subjetivos que objetivos, até porque a liderança e a resistência são institutos e características administrativas totalmente subjetivas.


4 REFERÊNCIA

HERNANDEZ, J. M. da C. CALDAS, M. P. Resistência a Mudança: uma revisão crítica. RAE – Revista de administração de Empresas. 2001, São Paulo, v. 41, n.º 2. p. 31- 45.

QUEIRÓZ, Eugênio Sales. Valores da Liderança Moderna. Disponível em: http://www.venda mais.com.br/Lideranca/php/verMateria.php?cod=43607. Acesso em: 14/05/2008.
MILERIS, Wilson. Edifique para ser edificado. (2008). Disponível em: http://www.vendamais. com.br/Lideranca/

sábado, 15 de março de 2008

O EXERCÍCIO DA LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES DO NO SÉCULO XXI

1 INTRODUÇÃO

As empresas buscam a cada dia aumentar sua lucratividade e seu rendimento para que seu nome tenha uma consistência no mercado econômico. As potencialidades existentes nela são muitas vezes reprimidas e a mediocridade é elevada aos mais altos patamares de elogios. O que desestimula os colaboradores e também alguns líderes. Cabe então questionar-se qual é papel da liderança no mundo empresarial quando ao fechamento de bons negócios?

Há nas empresas pelo Brasil e mundo afora milhares de pessoas que se denominam eficazes administradores e possuidores de qualidades que nem o mais Deus Grego mais poderoso poderia possuir. Os desafios são lançados a esmo e quando não dão certo, o grande líder fica intacto, trocando constantemente de sua equipe. Quais são as atitudes que um líder não deve tomar?

A liderança de uma empresa é algo intrínseco que não tem como ser materializado, mas que contribui muito para o desenvolvimento delas. Todavia, existem líderes que comandam com fervor sua equipe de forma democrática e dinâmica. Valendo também tornar ao questionamento para saber quais são as atitudes que um líder deve ter?


2 A IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA EMPRESARIAL

Com a era globalizada e o aumento da competitividade é notável que muitas empresas fechem as suas portas. Prejuízos são acumulados dioturnamente, a imagem externa não é mais a mesma dos áureos tempos, e os colaboradores não mais estão entrosados como nos primórdios da empresa.

Para que a empresa saia desse patamar de crise e entre com tudo na concorrência é preciso que a liderança da empresa seja revista e consagrada a estudos, análises e treinamentos. O resultado de tudo isso dar-se-á em um médio prazo. Essa estratégia é vista por Gomiero como uma saída eficaz:

A estratégia usada para se atingir tais objetivos é o investimento maciço no capital humano, com cursos e treinamentos voltados a descobrir e/ou formar grandes talentos e verdadeiros líderes capazes de conduzir os negócios. Aqueles que tem boa comunicação empresarial e visão de futuro sabem lidar com as pessoas e administrar os conflitos, além de conseguirem satisfazer os colaboradores, motivando-os a encarar sua cota de responsabilidade com os destinos das organizações, isto é, vestir a camisa. Tudo com o objetivo de cumprir um planejamento que as levará ao sucesso, e nada diferente do que vêm fazendo as empresas vencedoras, grandes vedetes do mercado. (GOMIERO, 2008, s/p – grifo do autor).

A liderança é um meio que deve ser disseminado, através de gestões participativas, entre todos os colaboradores, pois só assim, Gomiero afirma (2008, s/p) é que os talentos virão à tona, podendo daí surgir os grandes líderes, até então escondidos em meio a um emaranhado de procedimentos obsoletos, situação típica de uma administração arcaica e ultrapassada.

As empresas precisam adotar uma política de integração e de comunicação conjunta, flexível, viabilizando trocas de experiências, discussões, definições de estratégias para se achegar aos resultados positivos e ao sucesso empresarial.


3 ATITUDES NEGATIVAS E POSITIVAS DE UM LÍDER

O líder que trabalha com uma equipe deve evitar tomar certas atitudes para que não provoque a ruína na sua empresa. Isso muitas vezes e a falha do paternalismo empresarial de empregar quem não tem qualidades exigidas. E por isso paga-se um preço: a derrota.

Muitos líderes mantêm sua equipe fraca por egoísmo e com medo de perder seu lugar de destaque, sua posição de comando. São contras a pró-atividade porque acreditam que o improviso e o faturamento estão acima de tudo.

O líder que nunca tem tempo para seus funcionários encontra muitas formas de desviar a atenção e não atender aos pedidos, tentando manter uma imagem de super-ocupado, caindo na desgraça de ser taxado de arrogante. Garbo (2007, s/p) alerta as atitudes que levam um líder ao fracasso:

Afogue-se em operação: Se você estiver o tempo todo fazendo tarefas operacionais, criará a imagem do executivo super-ocupado e, conseqüentemente, sem tempo para bobagens, como gestão de equipe (avaliação, treinamento), atualização profissional, planejamento etc. Assim, não perca mais tempo! Espalhe muitos papéis em sua mesa, demore pelo menos um dia para responder os e-mails, e faça trabalhos operacionais que envolvam cálculos básicos, digitação etc.

É comum encontrar profissionais que depois de sua colação de grau, que ocorreu há 20 anos, acreditam que não precisam se atualizar, porque não tem expectativa de promoção ou crescimento profissional. O líder falho esquece de que para todo crescimento profissional existe um crescimento pessoal. Caindo também no seu egocentrismo, o líder não compartilha de seu conhecimento e acredita que somente ele sabendo tornar-se-á insubstituível.

O líder falho acredita que se dando bem com todo mundo, conseguirá bons resultados, que com sua popularidade ele acaba resolvendo todos os seus problemas. Ainda o líder falho acredita que deve se eximir da culpa dos erros, culpando qualquer um dos agentes da empresa, mas nunca assume a culpa. O líder falho por si só possui uma visão negativista das coisas. Que nunca tem possibilidade de resolver os problemas de seus funcionários. E por fim, eximir-se e alegar ignorância do assunto, coroa as atividades de um líder falho.

A liderança que faz jus ao nome que recebe sempre tem um sentimento otimista para passar para o grupo, de conforto de confiança e de estímulo a superação. Um líder somente é líder quando ele for capaz de formar líderes ainda mais capazes que ele.

Na liderança os participantes do grupo devem sentirem-se confiantes no líder ao ponto de fazer aquilo que nunca foi tentado. Líder e liderados escalam as colunas do aprendizado juntos, um apoiando o outro. Antes de motivar ao companheiro, deve-se estar sempre auto-motivando, para que seja como um vírus contagioso e tome conta de toda a empresa.

Quando o líder age dentro dos padrões de justiça ele é possuidor do respeito da equipe, conforme é postulado por Filho (2007) como sendo “uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.”

O líder com características positivas tem sempre planos definidos, claros, planejamento atualizado com a participação de seus subordinados. Ele deve ser perseverante nas decisões:

O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.
Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente. (FILHO, 2007).

Um líder não deve ter preguiça de fazer as coisas, bem pelo contrário, deve ter o hábito de fazer mais do que aquilo pelo qual se é pago. Devendo estar sempre a disposição da profissão, dos colegas e pronto a sanar (dentro do possível) as dúvidas dos liderados.


4 CONCLUSÃO

É possível apresentar em poucas palavras uma síntese das qualificações de um bom líder da mesma forma que podem ser apresentadas características de um mau líder. Dentre as atitudes que devem ser evitadas por um aspirante a líder está aqueles que querem manter uma equipe fraca, contrárias a Pró-atividade, afogue-se em operação inúteis para dizer que está fazendo alguma coisa, desatualização nos estudos, manter-se as informações consigo sem compartilhar, foco na política, esquivando-se da culpa, manter um espírito negativo, não de atenção as queixas dos funcionários e nunca estar ciente das coisas que acontece ao seu redor.

Já um líder efetivo e para que essa liderança ideal se concretize é necessário fazer parte do cotidiano do líder algumas características tais como a disposição para tentar o que não foi tentado antes, auto-motivação, percepção de justiça, planos definidos, o hábito de fazer mais do que aquilo pelo qual se é pago, uma personalidade positiva, empatia, domínio dos detalhes, disposição para assumir plena responsabilidade, duplicação, e uma profunda crença em seus princípios.

Para finalizar é possível fazer um balanço das características boas e ruins da liderança. É possível verificar que as atitudes negativas são mais comuns do que se imagina na maioria das empresas do que as positivas. Para ser um líder empresarial de verdade deve-se atender a requisitos que contemple um aspecto mais humanitário do trabalho e menos capitalista.


5 REFERÊNCIAS

FILHO, Luis Almeida Marins. 12 maiores atributos da liderança. Disponível em: http://www.gu iarh.com.br/PAG21C.htm. Acesso em: 18/05/2008.

GARBO, Flavio. Manual do Gerente Incompetente. Disponível em: http://www.catho.com.br/ cursos/index.php?p=artigo&id_artigo=655&acao=exibir. Acesso em: 19/05/2008.

GOMEIRO, Fernando. Liderança Empresarial: mais que um grande artifício, uma necessidade para uma boa condução dos negócios. Disponível em: http://www.portaldaadministracao.org/ search.aspx?type=1&search=lideran%C3%A7a+empresarial. Acesso em: 28/05/2008.

SOUTO, Jean Martins de. Técnicas de Gestão. Associação Educacional Leonardo da Vinci (ASSELVI). Indaial: Ed. Asselvi, 2008.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Universidade de Yale oferece cursos grátis na Internet


A Universidade de Yale, uma das mais prestigiadas instituições de ensino em todo o mundo, anunciou a sua aposta na disponibilização de cursos online, através da disponibilização de vídeos grátis, traduzidos em vários idiomas.
A iniciativa é semelhante a outras tomadas por várias instituições de ensino estrangeiras, tais como a Universidade de Princeton e o MIT, entre outras. No entanto, a escolha de Yale diferencia-se das outras por ser a primeira a concentrar os seus esforços nas aulas grátis através de vídeo online.
O projecto piloto terá 18 meses de duração e disponibilizará, para além dos vídeos, apontamentos e traduções referentes a sete cursos que irão começar no próximo ano. De acordo com a Reuters, alguns dos cursos oferecidos são “Introdução ao Antigo Testamento”, “Fundamentos de Física” e “Introdução à Filosofia Política”.
No entanto, os cursos leccionados pela Web não contarão com nenhum certificado de Yale nem tão pouco substituirão a presença física dos alunos nas aulas.
Espera-se que os estudantes de Yale gastem, este ano lectivo, perto de 46 mil dólares na matricula, em alojamento e em alimentação, refere a mesma fonte.
Richard Levin, presidente da universidade, citado pela imprensa internacional, refere que esta é uma oportunidade para “partilhar uma parte vital e central da experiência e Yale com aqueles que, por qualquer motivo, não estão em posição de obter, em primeira mão, educação em Yale”.
Universidade de Yale
http://open.yale.edu/courses (Astronomy, English, Philosophy, Physics, Political Science, Psychology, Religious Studies)
MIT
(muitos, 1800+)
Universidade da Califórnia, em Berkeley
Universidade Stanford
Instituto de Tecnologia de Paris

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Escrever bem: exigência do atual mercado de trabalhO





Em algumas civilizações, as casas eram construídas sobre pedras que dava firmeza à construção toda, a qual chamava pedra fundamental, não somente porque era a primeira, mas, porque, a partir dela, projetavam as demais partes. Assim, a escrita correta enquanto exigência do atual mercado de trabalho é uma a pedra fundamental na profissão seja ela qual for. A maioria dos profissionais, estudantes desprezam a importância que esse ato representa.
O profissional, qualquer que seja sua função, tem como instrumento de trabalho a linguagem, precisando conhecer e dominar as normas de escrita para que possa expressar-se corretamente. É inaceitável que seu trabalho seja confeccionado de maneira mecânica, seguindo modelos. O profissional deve dispor de vocabulário próprio, autêntico, e ser reconhecido pela sua peculiar forma de expressão. Tornar-se íntimo das letras é mecanismo primordial para qualquer profissional. A construção do conhecimento e o marketing com os futuros clientes são fortalecidos com uma escrita coerente e coesa.
Diante disso, a construção do conhecimento, seja em nível acadêmico ou profissional, deverá ter como pedra fundamental, uma escrita dentro dos padrões normativos. Uma vez que em ambas as situações é indispensável se expressar corretamente, demonstrando ao receptor segurança e confiabilidade. Desprezar a escrita na profissão como realidade, equivale a construção de uma casa sem alicerce, que sucumbe aos primeiros tremores. Cabe então, refletir em que pedra fundamental se está apoiando a construção do conhecimento.

FIDEL E SUA DESDEPDIDA



Está charge está inserida no site http://oglobo.globo.com/opiniao/ , onde O leitor Milton Cesar Ornellas enviou charge sobre a decisão do líder cubano de não retomar a presidência de seu país.
Podem-se vislumbrar alguns pontos importantes na charge acima que demonstram a intertextualidade: o primeiro deles é o fato dela expressar pela expressão idiomática, popularmente denominado de ditado popular “Pendurar as chuteiras” termo usado para designar aposentar-se, desistir, o segundo ponto importante nota-se na presença de estrelas no pijama de Fidel Castro que remete a estrela da bandeira do Governante Cubano, que já não é mais solitária, a bengala na mão direita de Fidel denuncia que o motivo pelo qual ele desiste de continuar governando por motivos de saúde. O boné de Fidel demonstra sua origem (revolucionário) que derrubou o governo pró-americano do general Fulgêncio Batista. Um ponto a ser destacado é o corvo na janela com a cartola lembrando a bandeira dos EUA, principal opositor do governo de Fidel Castro e que requer a queda do último governo socialista. O corvo está esperando a morte do líder socialista atual, para tomar conta da casa. Sendo uma forte crítica ao governo norte-americano que por inúmeras vezes tentou derrubá-lo do poder e ser o principal retalhador econômico e social deste país. A intertextualidade nessa charge pretende demonstrar que com o corvo na janela está próximo o dia em que os EUA irão adentrar no âmbito cubano para saciarem sua “fome”.
O nível de informatividade deste texto pode ser considerado médio, segundo o exposto no texto estudado.
O chargista espera mostrar o lado que as reportagens tradicionais não demonstram.
Fidel Castro deixa o poder após comandar Cuba por 49 anos
Texto Retirado do site da Folha Online 19/02/2008 - 21h49
Após 49 anos à frente do poder em Cuba, o ditador Fidel Castro, 81, anunciou nesta terça-feira sua renúncia. Fidel, que não aparece em público desde que foi submetido a uma cirurgia intestinal, em 2006, disse em artigo que não aceitará cumprir um novo mandato na Presidência após a reunião do Parlamento cubano, prevista para o próximo domingo (24).
"Meu desejo sempre foi cumprir minhas tarefas até o meu último suspiro", escreveu Fidel em uma carta publicada nesta terça-feira no site na internet do jornal "Granma". "No entanto, seria uma traição à minha consciência assumir uma responsabilidade que exige mobilidade e e dedicação que não estou em condições físicas de cumprir", escreveu o ditador cubano.
Jorge Saenz/AP
Fidel ri após confundir Uruguai com Paraguai em discurso em 2003; carisma ajudou em seus 49 anos no comando da ilha caribenha
A renúncia abre caminho para que seu irmão, Raúl Castro, 76, implemente reformas no país. Ele assumiu interinamente o poder depois que Fidel adoeceu, em 31 de julho de 2006.
Ao fim de sua mensagem, Fidel se refere ao processo político cubano, e afirma que conta "com a autoridade e a experiência para garantir plenamente a sua substituição". Na carta, ele diz que não retornará à Presidência do país e que seu irmão Raúl será o novo presidente.
Fidel cedeu temporariamente o poder ao irmão depois de passar por uma cirurgia intestinal. Desde então, ele não foi mais visto em público, aparecendo apenas esporadicamente em fotos e gravações oficiais, e publicando artigos sobre várias questões internacionais.
Na carta, ele afirmou ainda que não participará da reunião da Assembléia Nacional, no próximo dia 24, para escolher os 31 membros do Conselho de Estado (Poder Executivo).
Fidel continuará como membro do Parlamento, mas não será mais o presidente do órgão.
A mulher de Raúl Castro, Vilma Espin, manteve sua cadeira no Conselho no ano passado até a sua morte, mesmo estando, durante meses muito doente para comparecer às reuniões.
Repercussão nos EUA
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou nesta terça-feira que a renúncia de Fidel "deve ser o começo da transição democrática em Cuba".
"A comunidade internacional deveria trabalhar com o povo cubano para começar a construir instituições para a democracia", disse Bush na entrevista coletiva que ofereceu em Kigali, capital de Ruanda. O presidente americano está em uma viagem por vários países da África.
"Eventualmente, esta transição deveria acabar em eleições livres e justas", disse.
Bush visitou em Ruanda um memorial das vítimas do genocídio no país em 1994, quando 800 mil pessoas foram mortas, sobretudo membros da etnia tutsi.
No entanto, o subsecretário de Estado americano, John Negroponte, disse que a suspensão do embargo imposto pelos EUA a Cuba não deve ser imediato.
Em Miami, que abriga muitos dos exilados cubanos, a reação à renúncia foi de satisfação.
"É muito bom que Fidel renuncie, mas será melhor ainda quando ele morrer", disse Juan Acosta, cubano que deixou a ilha caribenha em 1980, enquanto comprava um jornal em Calle Ocho, a principal rua do bairro de Little Havana, onde mora a maior parte dos cubanos.
Europa
Vários governos europeus também declararam que a saída de Fidel pode ser o início da democracia em Cuba. "A renúncia de Fidel é o fim de uma era que começou com liberdade e terminou com opressão", disse o ministro sueco das Relações Exteriores, Carl Bildt.
"Observamos com atenção e interesse o desenvolvimento dos eventos em Cuba", disse à agência de notícias Efe Martin Jäger, porta-voz do ministro de Relações Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier.
Ele acrescentou que a mensagem do líder cubano deve abrir a "via para a democratização da sociedade cubana, assim como à melhora da situação econômica do país".
Marcelo Katsuki/Arte Folha
O ministro de Relações Exteriores espanhol, Miguel Ángel Moratinos, disse que seu país acompanhará e ajudará Cuba a ter "o melhor futuro possível para todos os cidadãos".
A França lembrou seu desejo de que Cuba empreenda "o caminho da democracia e do respeito aos direitos humanos", após o anúncio da renúncia de Fidel a outro mandato.
Ao saber da decisão de Fidel, a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da França, Pascale Andréani, aproveitou para reafirmar a "amizade da França com o povo cubano".
O secretário de Estado de Exteriores da Itália para a América Latina, Donato Di Santo, pediu hoje para as autoridades cubanas iniciarem "uma transição democrática" no país, e qualificou a decisão de Fidel como gesto "importante, nobre e esperado, dentro e fora da Ilha".
Reunião
A nova Assembléia Nacional, eleita no final de janeiro, tem até 45 dias para escolher o chefe do governo do país.
Desde 1976, Fidel vinha sendo eleito e ratificado em todas as eleições, que se realizam a cada cinco anos.
No último sábado (16), Fidel havia aumentado a expectativa sobre sua decisão ao anunciar que "na próxima reflexão, abordarei um tema de interesse de muitos compatriotas".
Em mensagens que escreveu em dezembro, Fidel afirmou que não se apega ao poder, não obstrui as novas gerações e expressou seu apoio a Raúl, que desatou a ansiedade da população ao anunciar "mudanças" para enfrentar os graves problemas do país e ao criticar o "excesso de proibições".
Raúl desperta esperanças de mudanças econômicas que melhorem o cotidiano dos cubanos, e analistas dizem que a transferência formal do cargo lhe daria força para implementar tais reformas.
Era Fidel
Castro assumiu o poder em Cuba em 1959, e transformou o país em um Estado comunista.
Durante os 49 anos à frente do poder, ele sobreviveu a tentativas de assassinato e a uma invasão da ilha apoiada pela CIA [inteligência americana]. Dez administrações americanas tentaram derrubá-lo. A mais famosa tentativa foi a invasão da Baía dos Porcos, em 1961.
Os partidários de Fidel o admiravam pela habilidade de garantir alto nível nos serviços de educação e saúde para os cidadãos, embora permanecesse independente dos EUA. Já seus opositores o chamavam de ditador cujo governo totalitário negava as liberdades civis.Em 16 de abril de 1961, Fidel declarou sua revolução socialista. Um dia depois, ele derrotou a tentativa de invasão da Baía dos Porcos, apoiada pela CIA.
Os EUA embargaram a economia de Cuba, e a inteligência americana planejou matá-lo 600 vezes, segundo a TV CNN.
A hostilidade chegou ao seu auge em 1962, com a crise em torno dos mísseis cubanos.
Com o colapso da ex-União Soviética, a Cuba entrou em crise econômica, mas se recuperou durante a década de 90, com o boom do turismo.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Terceirização é estratégia de crescimento


A terceirização está modificando claramente o mundo dos negócios com a redução do tempo para treinamentos e orientações de novas equipes

Desde os anos 80, quando a terceirização de serviços começou a ser utilizada na Europa e nos Estados Unidos, seu conceito vem sofrendo alterações de percepção. A idéia de que terceirizar representa apenas corte de custos vem sendo lapidada. Apesar de realmente fazer a diferença nos resultados financeiros de uma empresa, a terceirização está modificando claramente o mundo dos negócios.
O tempo necessário para contratar, treinar e orientar uma nova equipe de trabalho pode ser significativamente reduzido contratando especialistas externos, dotados de alto nível de conhecimento no assunto e habilidade para atingir metas em menor tempo e de forma mais precisa. Além disso, há todo um protocolo de condutas a seguir que nem sempre estão ao acesso das empresas. E, mesmo se estivessem, representariam um importante desvio de foco nos negócios.
Ao contrário, ao terceirizar um serviço, esses recursos adquiridos devem representar um plus no valor percebido da empresa. Técnica moderna de Administração, a terceirização propõe uma mudança não só estrutural, mas cultural. Repensando sistemas e controles, a empresa passa a concentrar esforços em seu core business.

FONTE: MONTONNI, MARCELO. In: http://www.empreendedor.com.br/_novo/_br/?secao=Noticias&categoria=137&codigo=6627



quarta-feira, 23 de janeiro de 2008